"NINGUÉM ESTÁ LIVRE DOS DEVANEIOS DE SUA ARTE,
OU DA CHINELADA DA LUCIDEZ ALHEIA." Cleberton O. Garmatz

"Estranhos dias os que vivemos, em que para se destacar em uma área, as pessoas se tornam imbecis nas demais." Cleberton
(Ai dos meus pares, que continuam medíocres em 100% delas...)
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

REBUILTING ME

“Na verdade falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia.” (Jó 42:3)
            Experimento importante passo, na jornada da fé. Como lânguida alvorada, uma claridade sutil afaga a névoa do orvalho dentro de mim. “Porque eu sei que o meu Redentor vive.” Quase intuitivamente, agito-me em remover obstáculos no curso dessa luminosidade. Revejo conceitos e pontos de vista, arremesso entulhos, tento limpar o terreno. Com premência, é necessário menos de mim (ou do mundo).
                  Ansioso pelo socorro... Mas no silêncio Ele também trabalha.
             (...)
          Enfrentava problemas, com uma pequena sucessão de desertos. Já me sentindo um papagaio, a repetir sempre as mesmas orações (teria deixado de dialogar com o meu amigo Jesus?) – a maioria delas, convergindo no desejo de um relacionamento real com Deus e de que eu fosse um servo fiel. O que parecia ser uma crise culminou no dia do meu aniversário: pedindo por soluções, sentindo-me um pequeno fracassado de quarenta anos, recebo mais um problema (e uma parada indigesta, por sinal). Parecia cena de comédia, não fosse o dissabor profundo. Algo do tipo: uma sequência de desconcertos, olho para cima, com ares de súplica veemente. Câmera enquadra o rosto do panaca. E o que vem é apenas um cagado de pombo em sua testa.
            Foi quando tudo parecia dar errado, e a ajuda da cavalaria estava cada vez mais remota. No silêncio, sem testemunhas, mansa e discretamente. A epifania encontra a casa desarrumada, portas escancaradas, varão abatido. “As coisas deste mundo... São para este mundo!”

SENHOR JESUS CRISTO, no dia ruim em que eu me desgarrar dos teus santos, seja a tua luz a me resgatar, pois sou teu, integral e irreversivelmente teu. Vem, meu Redentor, na grande noite sombria de minha alma, pegar-me em teus braços, tirar-me das profundezas frias e escuras do inferno em que eu me encontrar. Pois aquele que um dia aceitou ser salvo por tua graça, ofertada pelo sangue excelso na cruz, esse o Pai não negará em sua morada.  Apesar de tudo, estou pronto para perdoar em qualquer hora que seja.

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